Não responde fora da base.
FAQ, políticas, serviços, horários, tom de marca e temas proibidos ficam revisáveis antes da ativação.
Demonstração sintética. Sem cliente real, sem base privada, sem formulário, sem canal externo e sem operação de conta WhatsApp/Meta.
O objetivo não é uma IA que conversa bonito. É um fluxo de suporte que usa base aprovada, entende intenção, responde com contexto, chama humano quando falta segurança e deixa histórico conferível.
FAQ, políticas, serviços, horários, tom de marca e temas proibidos ficam revisáveis antes da ativação.
Quando a conversa precisa de humano, o bot envia resumo, intenção, dado coletado e motivo da passagem.
A validação usa perguntas frequentes, variações de linguagem e casos que devem cair em exceção.
O recorte abaixo mostra como eu estruturaria o primeiro caminho testável para um atendimento com IA sem virar disparo em massa, improviso de prompt ou caixa-preta.
Mensagem chega pelo provedor/API definido pelo cliente.
Intenção, urgência, dados mínimos e tema sensível são separados.
IA responde apenas quando a base aprovada cobre o caso.
Conversa termina com resposta útil ou fila humana com resumo.
Perguntas sem boa resposta viram ajuste de base, não chute.
Antes de seguir, posso confirmar se você quer prazo, troca, segunda via ou atendimento humano?
É troca. O produto chegou errado.
Consigo iniciar a triagem. Vou pedir número do pedido e foto, depois envio para a equipe se precisar aprovar a troca.
A entrega só faz sentido quando o comprador consegue testar perguntas reais e ver o que o bot responde, bloqueia ou encaminha.
Os nomes, dados, mensagens e métricas são sintéticos. Não há cliente, logo, review ou resultado de produção.
Verificação Meta, número, provedor, billing, KYC, templates e permissões continuam no ambiente do cliente.
Sem promessa de venda, resposta perfeita, atendimento sem supervisão ou ativação com tráfego real antes de teste aprovado.